Taxar as grandes fortunas e garantir o auxílio emergencial
 

Mais uma atitude criminosa em redes sociais. Desta vez, partiu de um herdeiro e também gerente da rede de supermercados Líder, que defende que os recursos para o auxílio emergencial sejam retirados dos salários de professores e professoras, ao acusá-los de estarem sem trabalhar.
Os seguidores de Bolsonaro são negacionistas, anti-ciência, anti-educação pública e anti-Amazônia e suas populações. Defendem a taxação dos insumos necessários à produção da vacina mas aplaudem a não taxação da compra de armas e munições e a expansão da aquisição do número de armas por pessoa.
São anti-vacina mas furam a fila; são contra o uso da máscara porque não trabalham, vivem da exploração do trabalho de outros/as.
São contra recursos e investimentos públicos para a ciência, tecnologia e educação, única forma de garantir nosso desenvolvimento social com soberania.
Nós, professoras e professores somos trabalhadores/as da educação e continuamos trabalhando na pandemia com ensino remoto e nossa casa virou ambiente escolar, virtual. Vivemos a ameaça da Reforma Administrativa que representa o fim dos serviços públicos para atender e garantir direitos sociais básicos à nossa população.
Por isso, a ADUFPA está solidária às Professoras e Professores de todos os níveis de Ensino, de Instituições públicas e privadas e, defende:
#Revogaçãodaemendaconstitucional95 que congela por 20 anos os investimentos em saúde, educação e saneamento;